Radar Eleitoral
Candidatura não é foto, é filme. Patrimônio é retificado, registro é deferido e indeferido, teto de gasto muda. Aqui fica o que se moveu — com a data em que observamos e o valor de antes ao lado do de agora.
Nenhuma alteração observada ainda. O histórico de alterações é construído comparando cada sincronização com a anterior: o portal só sabe que um dado mudou quando o vê diferente de como estava. A primeira leitura de uma candidatura não é alteração — é o ponto de partida.
O registro atual começou em 26/08/2026, quando a base foi reconstruída a partir das fontes oficiais. As alterações que a Justiça Eleitoral publicar a partir daí aparecem aqui, com data e com o valor anterior ao lado.
O que entra neste radar
Três campos, escolhidos porque mudam de verdade durante o processo eleitoral e porque mudam o que se entende de uma candidatura:
- Patrimônio declarado — a declaração de bens é retificável, e a retificação é pública.
- Situação de julgamento — deferido, indeferido, recurso, renúncia, substituição: o registro se move ao longo do julgamento.
- Teto legal de gasto — o limite que a candidatura pode gastar naquele cargo.
Procedência
O radar não julga a alteração. Ele não diz se subir patrimônio é bom ou ruim, não classifica quem mudou mais e não sugere leitura. Mostra o antes, o depois e a data — a conclusão é de quem lê.
Origem: comparação entre sincronizações sucessivas dos dados do DivulgaCandContas do TSE. A data é a da nossa observação, não necessariamente a do ato — o TSE não publica o instante da alteração.
Última sincronização: 26/08/2026 às 11:38.